terça-feira, 29 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

comisaria



ser comissaria pra mim não e só um sonho não tem como explicar realmente e gostar ter prazer no que faz não adianta ser e não gostar eu já me vejo assim la encima como os pasaros e com o sorriso atendendo dos com muito prazer e dedicação

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Um tur por Minas Gerais


Cidades Históricas
As cidades históricas de Minas Gerais surgiram durante o período de 1700 à 1800, a época dourada do Brasil. Em apenas um século, 1200 toneladas de ouro e três milhões de quilates de diamantes foram extraídas na região das minas.
Os colonos portugueses, restritos ao litoral brasileiro, não encontram riquezas em quantidades como acontecia nas colônias espanholas. A esperança era se afastar do litoral, penetrando no interior do país. A primeira expedição a se adentrar com sucesso pelo interior desconhecido, na busca por ouro e pedras preciosas, foi liderada por Fernão Dias Paes leme, no final do século XVII. Consta que Fernão Dias morreu acreditando ter encontrado esmeraldas, mas na verdade eram turmalinas verdes. Fato é que ele abriu uma nova rota para o interior e por volta de 1700 alguns membros de sua antiga expedição encontraram uma estranha pedra preta nas proximidades de Vila Rica. Mandaram amostras a Portugal, de onde voltou a notícia tratar-se de ouro, escuro devido a grande concentração de minério de ferro no solo - Ouro Preto, o nome atual da antiga Vila Rica.
A descoberta deu início ao Ciclo do Ouro do Brasil. Mais e mais pessoas migraram do litoral para a região das minas e aventureiros europeus, principalmente portugueses, atravessaram o oceano atraídos pelo precioso metal. Como eram poucos os que trabalhavam com as próprias mãos nas minas, escravos foram trazidos de Angola e dos canaviais baianos.

sábado, 20 de setembro de 2008


turma do curso de comida de Botiquim do senac de Aguas de São Pedro

terça-feira, 2 de setembro de 2008

sábado, 28 de junho de 2008

Bolinho de frango é patrimônio cultural

Através do Lei Municipal nº 67/2005, o Bolinho de Franco é um dos patrimônios culturais do Municipio de Itapetininga
A receita do bolinho foi criada “há muitos anos, no distrito de Gramadinho, pela família do senhor Odilon de Freitas e originou uma das mais tradicionais e típicas comidas do nosso municipio.
"Uma receita que faz sucesso há mais de 100 anos"
O bolinho de frango original, chamado de encapotado, é feito com farinha de milho, ovos, polvilho azedo, caldo de galinha, cheiro verde e, mais recentemente, caldo de frango industrial. O alimento recebe ainda pedaços inteiros de frango, incluindo ossos. “É o osso que dá gostinho especial”, garante Rita de Almeida Freitas, cunhada de Cristóvão. “Depois, coloca-se a massa em uma vasilha grande e vai espalhando os pedaços de frango, em seguida, vai para a gordura”, ensina Rita. “O bolinho de agora, com frango fatiado, não tem o mesmo sabor”, sentencia Cristóvão. Segundo ele, ainda há lugares em Itapetininga em que o bolinho é feito à moda antiga. “O bolinho tradicional só existe aqui na Região”, explicou Cristóvão, ele mesmo um talentoso cozinheiro, especializado em um prato difícil de ser preparado: boi no rolete.
Quem quiser conhecer a receita original ainda tem chance: um outro irmão do cozinheiro (são 10 ao todo), ainda faz o bolinho como nos velhos tempos. O petisco é vendido em seu bar, no distrito de gramadinho.
Comida típica Para Reinaldo Nalesso, proprietário do Restaurante Parati, o bolinho de frango é um prato típico da Região e “tem muito a ver com a nossa cultura, assim como outros pratos”. Ele preparou os bolinhos que ilustram esta matéria.

Culinária de Ribeirão Grande - sp


ROJÃO- Comida típica do nosso município, hoje é conhecido em toda a região pelo seu sabor e forma folclórica como é feito, inventado pelas principais famílias do município o rojão feito de carne suína que tradicionalmente era conhecido como carne socada, e amarrada com taboa, com os tempos foi se aperfeiçoando e nos tempos de hoje é conhecido como rojão feito de carne moída. O maior segredo esta nos ingrediente e no preparo do prato, a seleção da carne é um item não menos importante, geralmente usa-se pernil ou lombo.Escolhida a carne, adiciona-se o tempero: alho, cebola, vinagre, sal, limão e cheiro verde, o passo seguinte é a escolha da madeira, que deve ser roliça e sem cheiro, onde a carne é acoplada e amarrada com barbante, em toda sua volta, deixando o espeto em forma de rojão, que dá origem ao nome, depois de pronto é levado ao braseiro e assado em aproximadamente 40 minutos. Pode ser servido com arroz, maionese ou apenas pão, é servida no Restaurante Brizola parte Central de Ribeirão Grande.
CABEÇA DE PORCO MOQUEADAProvavelmente a cabeça de porco moqueada, seja um costume indígena, mas até hoje preservado na nossa comunidade, principalmente pelos agricultores situado no meio rural do município. Para se preparar este prato, necessita inicialmente da moqueação de uma cabeça de porco (uma espécie de defumação). Após esse processo, coloca-se em uma grande panela e acrescenta: batatas descascadas inteiras, palmito em pedaços, e tempero a gosto, cozinhando até a carne da cabeça de porco começar a se soltar, uma vez fervendo a panela acrescenta-se couve rasgada e ovos inteiros. Em seguida serve-se esse delicioso prato acompanhado de farinha de milho e arroz.
PAÇOCA DE CARNE /LARANJA NA CUIAPraticado pelos agricultores do meio rural principalmente nos bairros Ferreira dos Matos, Mato Dentro e Capoeira Alta, até nos tempos de hoje preserva-se esse costume, que consiste em retirar a tampa da laranja deixando apenas uma pequena abertura e com uma colher é bebido a laranja comendo junto à paçoca de carne.
PAÇOCA DE CARNEConsiderado um grande prato da comida caipira, preservado pelo nosso povo principalmente os mais tradicionais, a paçoca é muito comum no meio rural e consiste em inicialmente defumar carnes bovinas ou suínas, e, após esse processo socar em pilão misturado com farinha de milho, no tempero acrescenta-se alho, cebola e sal.
BOLINHO CAPOTADOVendidos em quermesses de festas tradicionais, o bolinho capotado é basicamente feito de farinha de milho, batata moída, usado para rechear pedaços inteiros de frango caipira. Sua característica principal, esta na maneira de preparar, que usa o caldo do frango para amassar os ingredientes formando assim uma massa homogênea, e após esse processo vai se formando os bolinhos fritando-os em grandes tachos de gordura fervendo.
PODEMOS CITAR AINDA: Leitoa recheada com virado de feijão, Doce Cana, Rapadura, Doce de Mandioca, Paçoca de Lambari, Carne de Sol, Carne d’água e outras.
Leitoa recheada com virado de feijão